O QUE É A EPILEPSIA
O que é epilepsia?
A epilepsia é uma doença do sistema nervoso central caracterizada por alterações temporárias e reversíveis na atividade elétrica do cérebro 1,2.
Durante as crises epilépticas, os impulsos elétricos dos neurônios passam a funcionar de forma desorganizada, podendo provocar alterações no comportamento, nos movimentos, na consciência e nas sensações 1.
A epilepsia pode ocorrer em pessoas de qualquer idade e ter diferentes causas, como traumatismos cranianos, acidente vascular cerebral (AVC), tumores cerebrais, meningite, encefalite e outras alterações neurológicas 1,2.
Principais sintomas da epilepsia
Os sintomas podem variar de acordo com o tipo de crise epiléptica e a região do cérebro afetada. Entre os principais sintomas estão:
- Convulsões;
- Movimentos involuntários do corpo;
- Perda de consciência;
- Confusão mental temporária;
- Alterações de comportamento;
- Alterações visuais, auditivas ou sensoriais;
- Rigidez muscular;
- Períodos de ausência ou desconexão momentânea 1,2.
Diagnóstico
O diagnóstico da epilepsia deve ser realizado por um médico neurologista, por meio da avaliação clínica, histórico do paciente e exames complementares 1.
Entre os exames que podem auxiliar no diagnóstico estão:
- Eletroencefalograma (EEG);
- Ressonância magnética;
- Tomografia computadorizada, em alguns casos 1,2.
Como tratar
O tratamento da epilepsia geralmente é realizado com medicamentos anticonvulsivantes prescritos pelo médico, com o objetivo de controlar a atividade elétrica cerebral e reduzir o risco de novas crises 1,2.
Em alguns casos específicos, outros tratamentos podem ser indicados, dependendo da causa e da resposta do paciente ao tratamento medicamentoso 2.
O acompanhamento médico regular é fundamental para monitorar a evolução da doença e ajustar o tratamento quando necessário.
Em caso de sintomas ou suspeita de crises epilépticas, procure orientação médica.
FONTES:
1 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EPILEPSIA
https://www.epilepsia.org.br/o-que-e - Acesso em 21/05/2026
2 MINISTÉRIO DA SAÚDE – BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE
https://bvsms.saude.gov.br/epilepsia-6/ - Acesso em 21/05/2026
Antibióticos são substâncias capazes de eliminar ou impedir a multiplicação de bactérias, por isso são usados no tratamento de infecções bacterianas. Sua descoberta revolucionou a história da medicina, pois anteriormente muitas pessoas morriam em decorrência de diversos tipos de infecções. Atualmente, porém, o uso indiscriminado de antibióticos vem fazendo com que as bactérias se tornem resistentes aos tratamentos, gerando um grave problema no mundo todo.1
Eles atacam somente as bactérias, sem causar danos às demais células do organismo. Sua função consiste em interromper ou acabar com a multiplicação de bactérias no corpo.2
Esse tipo de medicamento pode ser dividido em:3
- Bactericidas: capazes de matar ou causar danos irreversíveis às bactérias;
- Bacteriostáticos: capazes de interromper a reprodução e crescimento das bactérias sem destruí-las imediatamente.
A penicilina é o bactericida mais usado no mundo e foi o primeiro antibiótico a ser descoberto, em 1928. Devido ao mal uso desse medicamento, em 2010, o governo brasileiro criou leis para limitar o acesso aos antibióticos. A partir disso, sua venda passou a ser autorizada somente mediante receita médica.¹
Além da penicilina, os antibióticos mais comuns usados em tratamentos são:
- Aminoglicosídeos - utilizado no tratamento de infecções mais graves;2
- Cefalosporinas - frequentemente prescritas para tratar as seguintes doenças: infecções de pele, partes moles, faringite estreptocócica, infecção urinária e profilaxia de várias cirurgias;4
- Glicopeptídeos - usadas no tratamento de doenças mais persistentes em pacientes em estado grave, como no tratamento da Pneumonia ou Sífilis;2
- Polipeptídicos - usados para tratar infecções oculares;2
- Quinolonas - usadas no tratamento de Infecções Urinárias recorrentes, Gonorreia, Diarreia Bacteriana, entre outras.2
O uso indiscriminado desse tipo de medicamento ocorre quando ele é usado para tratar infecções que não são causadas por bactérias, é tomado em doses incorretas, ou quando o tempo de tratamento não é cumprido.1
Por fim, é indispensável a orientação de um profissional da saúde quanto ao uso correto dos antibióticos.
Referências:
1. https://bvsms.saude.gov.br/uso-correto-de-antibioticos/#:~:text=Antibi%C3%B3ticos%20s%C3%A3o%20subst%C3%A2ncias%20capazes%20de,de%20diversos%20tipos%20de%20infec%C3%A7%C3%B5es Último acesso em 18 de julho de 2022.
2. https://www.hipolabor.com.br/blog/hipolabor-explica-como-funcionam-os-antibioticos/ Último acesso em 18 de julho de 2022.
3. https://tnsnano.com/chem/bactericida-vs-bacteriostatico/ Último acesso em 18 de julho de 2022.
4. https://www.sanarsaude.com/blog/amp/cefalosporinas-artigo-farmacia-tudo-que-voce-precisa-saber Último acesso em 18 de julho de 2022.
Referências:
- Quiróz, Alicia. Appropriate use of antibiotics: an unmet need, 2019. https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/1756287219832174 Último acesso em 26 de julho de 2022.
- https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/antimicrobial-resistance Último acesso em 26 de julho de 2022
- https://www.paho.org/pt/topicos/resistencia-antimicrobiana?page=4 Último acesso em 21 de julho de 2022