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HIPERTENSÃO ARTERIAL


O que é

A hipertensão arterial, popularmente conhecida como “pressão alta”, é uma doença crônica caracterizada pela elevação da pressão sanguínea nas artérias. Quando não controlada, faz com que o coração tenha que exercer um esforço maior para distribuir o sangue pelo organismo e pode aumentar o risco de complicações cardiovasculares e renais 1.

A hipertensão é um dos principais fatores de risco para problemas como acidente vascular cerebral (AVC), infarto, insuficiência cardíaca e insuficiência renal 1.

Sintomas

A hipertensão costuma ser silenciosa e muitas pessoas podem permanecer sem sintomas. Quando a pressão arterial sobe muito, podem ocorrer dor no peito, dor de cabeça, tontura, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal 1.

Por isso, medir a pressão arterial regularmente é importante para identificar alterações mesmo quando não existem sintomas 1.

Consequências da pressão alta

Quando não tratada ou controlada adequadamente, a hipertensão pode aumentar o risco de acidente vascular cerebral, infarto, aneurisma arterial, insuficiência cardíaca e insuficiência renal 1.

Prevenção

A adoção de um estilo de vida saudável é importante tanto para a prevenção quanto para o controle da hipertensão arterial. Entre as principais medidas estão manter o peso adequado, reduzir o consumo excessivo de sal, praticar atividade física regularmente, abandonar o tabagismo, moderar o consumo de bebidas alcoólicas e manter uma alimentação equilibrada 1,2.

Quais os índices de pressão

De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial – 2025, valores de pressão arterial sistólica entre 120 e 139 mmHg ou pressão arterial diastólica entre 80 e 89 mmHg são classificados como pré-hipertensão. Essa classificação busca identificar precocemente pessoas com maior risco e estimular medidas preventivas 2.

O diagnóstico de hipertensão arterial em consultório é estabelecido quando a pressão arterial é igual ou superior a 140/90 mmHg (“14 por 9”), confirmada em duas ocasiões diferentes 2.

Pessoas com pré-hipertensão devem adotar medidas não medicamentosas e ser acompanhadas de acordo com seu risco cardiovascular e orientação dos profissionais de saúde 2.

Acesso ao tratamento

A hipertensão pode ser tratada e controlada. O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente medicamentos para hipertensão nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e por meio do programa Farmácia Popular, mediante apresentação dos documentos e receita médica exigidos 1.

Serviço

O Ministério da Saúde disponibiliza informações sobre prevenção, diagnóstico e tratamento da hipertensão arterial. Acesse neste link: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/hipertensao

Referências:

1. MINISTÉRIO DA SAÚDE – HIPERTENSÃO (PRESSÃO ALTA)

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/hipertensao - Acesso em 06/09/2026

2. DIRETRIZ BRASILEIRA DE HIPERTENSÃO ARTERIAL – 2025

https://abccardiol.org/article/diretriz-brasileira-de-hipertensao-arterial-2025/ - Acesso em 06/09/2026


Antibióticos são substâncias capazes de eliminar ou impedir a multiplicação de bactérias, por isso são usados no tratamento de infecções bacterianas. Sua descoberta revolucionou a história da medicina, pois anteriormente muitas pessoas morriam em decorrência de diversos tipos de infecções. Atualmente, porém, o uso indiscriminado de antibióticos vem fazendo com que as bactérias se tornem resistentes aos tratamentos, gerando um grave problema no mundo todo.1


Eles atacam somente as bactérias, sem causar danos às demais células do organismo. Sua função consiste em interromper ou acabar com a multiplicação de bactérias no corpo.2


Esse tipo de medicamento pode ser dividido em:3

  • Bactericidas: capazes de matar ou causar danos irreversíveis às bactérias;
  • Bacteriostáticos: capazes de interromper a reprodução e crescimento das bactérias sem destruí-las imediatamente.

A penicilina é o bactericida mais usado no mundo e foi o primeiro antibiótico a ser descoberto, em 1928. Devido ao mal uso desse medicamento, em 2010, o governo brasileiro criou leis para limitar o acesso aos antibióticos. A partir disso, sua venda passou a ser autorizada somente mediante receita médica.¹


Além da penicilina, os antibióticos mais comuns usados em tratamentos são:

  • Aminoglicosídeos - utilizado no tratamento de infecções mais graves;2
  • Cefalosporinas - frequentemente prescritas para tratar as seguintes doenças: infecções de pele, partes moles, faringite estreptocócica, infecção urinária e profilaxia de várias cirurgias;4
  • Glicopeptídeos - usadas no tratamento de doenças mais persistentes em pacientes em estado grave, como no tratamento da Pneumonia ou Sífilis;2
  • Polipeptídicos - usados para tratar infecções oculares;2
  • Quinolonas - usadas no tratamento de Infecções Urinárias recorrentes, Gonorreia, Diarreia Bacteriana, entre outras.2

O uso indiscriminado desse tipo de medicamento ocorre quando ele é usado para tratar infecções que não são causadas por bactérias, é tomado em doses incorretas, ou quando o tempo de tratamento não é cumprido.1


Por fim, é indispensável a orientação de um profissional da saúde quanto ao uso correto dos antibióticos. 




Referências: 


1. https://bvsms.saude.gov.br/uso-correto-de-antibioticos/#:~:text=Antibi%C3%B3ticos%20s%C3%A3o%20subst%C3%A2ncias%20capazes%20de,de%20diversos%20tipos%20de%20infec%C3%A7%C3%B5es Último acesso em 18 de julho de 2022.


2. https://www.hipolabor.com.br/blog/hipolabor-explica-como-funcionam-os-antibioticos/ Último acesso em 18 de julho de 2022.


3. https://tnsnano.com/chem/bactericida-vs-bacteriostatico/ Último acesso em 18 de julho de 2022.


4. https://www.sanarsaude.com/blog/amp/cefalosporinas-artigo-farmacia-tudo-que-voce-precisa-saber Último acesso em 18 de julho de 2022.



Saiba porque é importante seguir as orientações médicas quanto ao uso de antibióticos.

Antibióticos são medicamentos usados para tratar infecções causadas por bactérias. Seu mau uso pode levar a uma resistência da bactéria, dificultando o tratamento.



Fique atento. Siga as orientações médicas e dissemine as informações quanto aos riscos do uso indevido de antibióticos. 



Referências: 

  1. Quiróz, Alicia. Appropriate use of antibiotics: an unmet need, 2019. https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/1756287219832174 Último acesso em 26 de julho de 2022.
  2. https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/antimicrobial-resistance Último acesso em 26 de julho de 2022
  3. https://www.paho.org/pt/topicos/resistencia-antimicrobiana?page=4 Último acesso em 21 de julho de 2022

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